Estava pensando em como realmente somos. Talvez mais propriamente em como realmente sou. É tão engraçado lembrar das memórias da infância, aqueles amigos que ainda estão contigo e que ainda te fazem rir, sabem seus defeitos, suas qualidades e mesmo depois de tanto tempo nunca enjoaram de ti. Sabe aquele tombo que tu levou na frente deles? Aquele vergonha alheia que os fez sentir? Talvez uma discussão que por saber demais sobre eles, tu acabou magoando mais do que o necessário? Pois bem, olhe e veja... eles estão aí.Ah... como é bom o doce sabor da amizade, que transforma-nos em seres humanos, que nos concebe o dom do amor alheio, sem laços sanguíneos, interesses financeiros ou sociais.
Ah... como é bom o cheiro da amizade, aquele lanchinho dividido, o espaço do guarda-chuva e os dilemas da vida.
Ah... como é bom o calor da amizade, aquele abraço apertado, andar de maõs dadas, um beijo no rosto e aquela tarde com o violão.
Se tem algo que nunca poderei dizer e que nunca quero dizer é que sou algo sem a amizade, pois ela transforma a minha vida a cada lembrança, a cada dia, a cada vez que respiro e vejo que neste caminho conhecido desconhecido estou com as pessoas que me fazem um ser melhor.
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