segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Alguns sorrisos.
Estou aqui, tentado fazer algo positivo neste mundo. Mas não é engraçado, e acima de tudo deprimente, o quanto as pessoas tentam te boicotar? Eu não entendo essa lógica. Não deveríamos apoiar a doação de sangue, o uso dos três erres, a importância da educação, e o desenvolvimento do caráter e conhecimento das próximas gerações? Então, por que atrapalhar quem ajuda? Tem muito trabalho no mundo para ser feito. Não podemos apenas sorrir, e tentar aprender algo com isso? Sei que todo mundo tem defeitos, eu aliás, tenho muitos, mas não podemos enxergar que as qualidades são sempre em maior quantidade e valor? Acredito profundamente que o mundo tem esperanças, e que cabe a cada um de nós, seja pela arte de cantar, compor, atuar, seja dentro de um escritório, um consultório, um laboratório, seja por um pequeno texto em um blog, tentar mudar as coisas, pessoas negativas, e aprimorar as boas? Sei que alguns param apenas na escritura ou leitura de textos como este, mas eu estou tentando, buscando minha parte no mundo, não é muito, mas o suficiente para trazer alguns sorrisos. =]
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Olhar diagonal
Alheias a sociedade
Transmitem um primeiro olhar diagonal
De quem vive uma diferente realidade
Do que supomos ser a normal
Exteriormente coberta de cimento
Quem a usa tem que mostrar-se duro com os julgamentos
Interiormente são cabos entrelaçados o verdadeiro sustento
Quem a usa tem que esconder seus sentimentos
Há quem diga que todos são iguais
Mas se pensarmos por um momento
Isto não são cotidianos reais
Pois só há uma opção de entrosamento
Nessa escolha sem escolha
Passam vidas, histórias, sonhos
Que estão presos em uma bolha
Pelas limitações impostas aos seus movimentos.
Transmitem um primeiro olhar diagonal
De quem vive uma diferente realidade
Do que supomos ser a normal
Exteriormente coberta de cimento
Quem a usa tem que mostrar-se duro com os julgamentos
Interiormente são cabos entrelaçados o verdadeiro sustento
Quem a usa tem que esconder seus sentimentos
Há quem diga que todos são iguais
Mas se pensarmos por um momento
Isto não são cotidianos reais
Pois só há uma opção de entrosamento
Nessa escolha sem escolha
Passam vidas, histórias, sonhos
Que estão presos em uma bolha
Pelas limitações impostas aos seus movimentos.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
E não é...
E não é que o simples digitar de letras significa algo constantemente?!
Num mundo onde ouvir não é escutar, isso diz algo.
Onde ver uma notícia não acorda o ser para a realidade, com certeza pode-se admirar.
Os sorrisos são simplesmente uma máscara de persuasão funcional, mas tão limitada na verdade.
Todos nós já usamos o sorriso amarelo mais de uma vez, mas posso dizer com afinco que o meu atual é o de maior alcance.
Não porque eu queira, mas porque as pessoas não leem o significado das minhas letras, não escutam o que eu digo, e não querem enxergar a realidade.
Estão ocupados demais querendo apenas as respostas que lhe agradam.
Pois bem, continuemos a nossa existência.
Num mundo onde ouvir não é escutar, isso diz algo.
Onde ver uma notícia não acorda o ser para a realidade, com certeza pode-se admirar.
Os sorrisos são simplesmente uma máscara de persuasão funcional, mas tão limitada na verdade.
Todos nós já usamos o sorriso amarelo mais de uma vez, mas posso dizer com afinco que o meu atual é o de maior alcance.
Não porque eu queira, mas porque as pessoas não leem o significado das minhas letras, não escutam o que eu digo, e não querem enxergar a realidade.
Estão ocupados demais querendo apenas as respostas que lhe agradam.
Pois bem, continuemos a nossa existência.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
iiir
Não é só uma questão de vir e ir
De chegar e partir
Mas uma questão de sentir
O simples fato de estar aqui.
De chegar e partir
Mas uma questão de sentir
O simples fato de estar aqui.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Corbier
Caminhos da complexidade
Estruturas acrílicas
Embalsamadas de Luxúria
Sodomizados pelo poder
Aquele tilintar de almas
Pensamentos jogados às traças
Iludindo o decidido
Impulsionando os atos do indeciso
Averiguando tudo o que pode surrupiar
Como o destemido que possui o direito de cobrar
Creditando os sentimentos
Aos valores já destinados
As condutas reprimidas
Das mãos lavadas
De sonhos desfocados
Pesadelos conscientes
Em que o venoso é saboroso
E o purificado putrificado
Do destino já escrito
Das verdades questionadas
De rotinas enegrecidas
Pela luz, oh conduzida
Estruturas acrílicas
Embalsamadas de Luxúria
Sodomizados pelo poder
Aquele tilintar de almas
Pensamentos jogados às traças
Iludindo o decidido
Impulsionando os atos do indeciso
Averiguando tudo o que pode surrupiar
Como o destemido que possui o direito de cobrar
Creditando os sentimentos
Aos valores já destinados
As condutas reprimidas
Das mãos lavadas
De sonhos desfocados
Pesadelos conscientes
Em que o venoso é saboroso
E o purificado putrificado
Do destino já escrito
Das verdades questionadas
De rotinas enegrecidas
Pela luz, oh conduzida
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Primícias da Estagnação - Ato I
Estagnar, parar, não seguir
Sem absortância dos fatos no ar
Ver a comprovação da Ciência com pesar
A racionalidade do não evoluir
A provocação no lugar do agir
Usar o politicamente correto como tato
Ver o outro com nojo
Não aceitar o ato
Acredita que tudo acaba no "Mojo"
Usa o nome de um tal ser
Para basear o seu parecer
Distorce fundamentos para julgar
Aquele que não consegue suportar
Não consigo entender a sua mente
Que me considera um Ultraje
Acredito que há história com essa tal "gente"
Fala que dialogar é bobagem
Discursa em tom de dragão
Mas não consegue fortalecer um explicação
Atribui a culpa ao Vilão
A quem nomeia e encendeia a estagnação.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Ele caminha, ele olha, ele chega
Ele caminha pela rua
Ele caminha pela rua deserta
Ele caminha pela rua deserta a noite
Ele está com as mãos escondidas
Ele está com as mãos escondidas no bolso
Ele está com as mãos escondidas no bolso do casaco
O seu coração palpita
O seu coração palpita pelas notícias
O seu coração palpita pelas notícias que ele quer
Os seus olhos enxergam a chuva
Os seus olhos enxergam a chuva e a sentem
Os seus olhos enxergam a chuva e a sentem como frio espinhal
A sua mente viaja até
A sua mente viaja até ela
A sua mente viaja até ela mirar
A noite está mais gélida
A noite está mais gélida, mais chuvosa
A noite está mais gélida, mais chuvosa e mais longa
Ele deixou dez quarteirões
Ele deixou dez quarteirões de histórias
Ele deixou dez quarteirões de histórias à mínguas
Ele na rua principal para
Ele na rua principal para, e olha
Ele na rua principal para, e olha, e atravessa
Ele vira à direita
Ele vira à direita, contorna a esquina
Ele vira à direita, contorna a esquina e anda
Suas pernas o levam ao meio
Suas pernas o levam ao meio do quarteirão
Suas pernas o levam ao meio do quarteirão e param
Ele olha para cima
Ele olha para cima, na janela
Ele olha para cima, na janela com a luz acessa
Ele abre a porta
Ele abre a porta com cuidado
Ele abre a porta com cuidado noturno
Ele sobe as escadas
Ele sobe as escadas no ritmo
Ele sobe as escadas no ritmo do seu coração
Ele chega rápido
Ele chega rápido, respira
Ele chega rápido, respira, toca a campainha
Ele espera
Ele espera angustiantemente
Ele espera angustiantemente o fogo
Ela abre a porta
Ela abre a porta para ele
Ela abre a porta para ele, e sorri
Ela não diz nada
Ela não diz nada, mas ele entra
Ela não diz nada, mas ele entra, e sorri
Ela fecha a porta
Ela fecha a porta e se vira
Ela fecha a porta e se vira, e o encontra
Ele pega as suas mãos frias
Ele pega as suas mãos frias nas suas mãos quentes
Ele pega as suas mãos frias nas suas mãos quentes, sem sorrir
Ela lhe dá um abraço apertado
Ela lhe dá um abraço apertado acongegantemente
Ela lhe dá um abraço apertado acongegantemente quente
Ele passa as mãos em seus cabelos
Ele passa as mãos em seus cabelos, em seu pescoço
Ele passa as mãos em seus cabelos, em seu pescoço até a nuca
Ela tira-lhe o casaco molhado
Ela tira-lhe o casaco molhado, seca-o com a toalha
Ela tira-lhe o casaco molhado, seca-o com a toalha até os seus cabelos
Ele tira os sapatos
Ele tira os sapatos, pega o cobertor
Ele tira os sapatos, pega o cobertor, e senta no sofá
Ela senta ao lado no sofá
Ela senta ao lado no sofá, abre o cobertor
Ela senta ao lado no sofá, abre o cobertor, e os cobrem
Ele sente o coração palpitar
Ele sente o coração palpitar, os olhos enxergar
Ele sente o coração palpitar,os olhos enxergar, a mente viajar
Ela sorri
Ela sorri, ele sorri
Ela sorri, ele sorri, e os dois dormem
Ele caminha pela rua deserta
Ele caminha pela rua deserta a noite
Ele está com as mãos escondidas
Ele está com as mãos escondidas no bolso
Ele está com as mãos escondidas no bolso do casaco
O seu coração palpita
O seu coração palpita pelas notícias
O seu coração palpita pelas notícias que ele quer
Os seus olhos enxergam a chuva
Os seus olhos enxergam a chuva e a sentem
Os seus olhos enxergam a chuva e a sentem como frio espinhal
A sua mente viaja até
A sua mente viaja até ela
A sua mente viaja até ela mirar
A noite está mais gélida
A noite está mais gélida, mais chuvosa
A noite está mais gélida, mais chuvosa e mais longa
Ele deixou dez quarteirões
Ele deixou dez quarteirões de histórias
Ele deixou dez quarteirões de histórias à mínguas
Ele na rua principal para
Ele na rua principal para, e olha
Ele na rua principal para, e olha, e atravessa
Ele vira à direita
Ele vira à direita, contorna a esquina
Ele vira à direita, contorna a esquina e anda
Suas pernas o levam ao meio
Suas pernas o levam ao meio do quarteirão
Suas pernas o levam ao meio do quarteirão e param
Ele olha para cima
Ele olha para cima, na janela
Ele olha para cima, na janela com a luz acessa
Ele abre a porta
Ele abre a porta com cuidado
Ele abre a porta com cuidado noturno
Ele sobe as escadas
Ele sobe as escadas no ritmo
Ele sobe as escadas no ritmo do seu coração
Ele chega rápido
Ele chega rápido, respira
Ele chega rápido, respira, toca a campainha
Ele espera
Ele espera angustiantemente
Ele espera angustiantemente o fogo
Ela abre a porta
Ela abre a porta para ele
Ela abre a porta para ele, e sorri
Ela não diz nada
Ela não diz nada, mas ele entra
Ela não diz nada, mas ele entra, e sorri
Ela fecha a porta
Ela fecha a porta e se vira
Ela fecha a porta e se vira, e o encontra
Ele pega as suas mãos frias
Ele pega as suas mãos frias nas suas mãos quentes
Ele pega as suas mãos frias nas suas mãos quentes, sem sorrir
Ela lhe dá um abraço apertado
Ela lhe dá um abraço apertado acongegantemente
Ela lhe dá um abraço apertado acongegantemente quente
Ele passa as mãos em seus cabelos
Ele passa as mãos em seus cabelos, em seu pescoço
Ele passa as mãos em seus cabelos, em seu pescoço até a nuca
Ela tira-lhe o casaco molhado
Ela tira-lhe o casaco molhado, seca-o com a toalha
Ela tira-lhe o casaco molhado, seca-o com a toalha até os seus cabelos
Ele tira os sapatos
Ele tira os sapatos, pega o cobertor
Ele tira os sapatos, pega o cobertor, e senta no sofá
Ela senta ao lado no sofá
Ela senta ao lado no sofá, abre o cobertor
Ela senta ao lado no sofá, abre o cobertor, e os cobrem
Ele sente o coração palpitar
Ele sente o coração palpitar, os olhos enxergar
Ele sente o coração palpitar,os olhos enxergar, a mente viajar
Ela sorri
Ela sorri, ele sorri
Ela sorri, ele sorri, e os dois dormem
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