domingo, 17 de abril de 2011

Feeling


Everytime I think in this candy world
Everywhere I think in you
Because when I'm close everybody, I'm lonely
Because I'm lost without you

Tudo, tudo, tudo está conectado
E tudo, tudo sem ti está acabado
Nestas melodias mirabolantes
Me sinto tão confiante
Porque assim me expresso
E tenho você por perto

Feeling our flowers, our dog, our house
Leave you is so hard
Because you complete my heart
Like a cheese for a mouse

In your eyes I'm save
In your smile I find my favorite place

Oh, I love you.

sábado, 2 de abril de 2011

Fun like sun


La la la la la la

Tudo está em seu devido lugar
Seu coração ficou em pedaços
Mas tudo foi fruto do acaso
Parece que tudo gira, mas não vai mudar
Somos primaveras de girassóis
E dizemos: "Fun like sun".

La la la la la la

As correntes de ar trazem o frescor
Correndo pelo campo de trigo
Parece que você sabe o que é o amor
Poderia ser meu namorado, confidente ou amigo
Somos primaveras de girassóis
E dizemos: "Fun like sun".

La la la la la la

Aquela música feita de improviso no violão
Dizia que a vida era boba e responsável
Nossos pensamentos iam tão altos quanto balões
Se não rolassemos na grama seria lamentável
Somos primaveras de girassóis
E dizemos: "Fun like sun".

La la la la la la

Depois de uma tarde ensolarada
Debaixo dos pés de flamboyant
Uma chuva sem raios ou trovões da uma refrescada
E nos molhamos sem nenhuma frescura
Somos primaveras de girassóis
E dizemos: "Fun like sun".

La la la la la la

Sempre o que queremos foi diversão
Conseguimos quando o mundo para
Igualamos a batida do nosso coração
Pois neste momento estamos em casa
Somos primaveras de girassóis
E dizemos: "Fun like sun".

sexta-feira, 25 de março de 2011

Friagem


...Eu amo um garoto do meio oeste americano
Que divide comigo um sanduiche de frango

Ele diz que faz rimas diferentes pra me deixar contente

E que minhas mãos são melhores que um pente
Pela manhã nós tomamos mate

E a noite nos lambuzamos com chocolate

As vezes até penso que ele é irreal

Pois ocupa no meu coração um espaço ideal...

segunda-feira, 14 de março de 2011

Keselight - Part II

Ela estava sonhando que caminhava no parque em uma tarde de outono, procurava por algo, olhava em todas as direções, atrás das árvores, bancos e fontes. Tentava ouvir algum ruído, mas com todas aquelas vozes não conseguia. Porém, o parque estava vazio, apenas ela caminhava por ali. O pior de tudo era procurar algo que não sabia o que era. 
Nas extremidades do parque há pistas de cooper e ciclovias, adentrando há bancos e árvores, logo após, duas belas fontes (apesar de seus anjos demonstrarem dor, lágrimas e sorrisos), e na parte central, um labirinto com paredes cobertas de hera. Por algum motivo quando ela olhou para o labirinto seu coração disparou, suor gelado descia por sua nuca, e suas mãos ficaram trêmulas. Ela começou a caminhar.
Rodeada por toda aquelas natureza urbanizadamente perfeita, enquanto levantava folhas secas com os pés, e acariciava a hera com as mãos, sua mente sempre a transportava para o galpão perto de sua casa. Aquele lugar formado de ferro, aço, suor, capitalismo e óleo, onde uma década atrás funcionava uma fábrica de maçanetas. Maçanetas de todos os tipos, clássicas, modernas, com um trinco ou dois, prateadas, douradas, e até mesmo de cristal.
 Nesta fábrica também se fabricava as chaves (é claro), mas elas na primeira impressão enganavam, pois a de aço poderia abrir a maçaneta de cristal, e a para dois trincos a de um. Com isso era possível ninguém sabia, pois os funcionários fabricavam apenas maçanetas. Quem fabricava as chaves era o senhor Oxttish, um homem de aproximadamente 70 anos, cabelos brancos, magro e com unhas rosadas. Não se tinha muitas informações sobre ele, além de que fabricava maçanetas e chaves a vida inteira, pelo interior da Inglaterra. Os seus produtos sempre foram fabricadas a mão. 
O labirinto chegava ao fim. Ela mal percebeu que caminhos tomou, olhou aquele lugar com suas paredes de hera, folhas secas no chão, e uma espécie de mesa no centro, exatamente no centro do labirinto. Em cima desta mesa havia um cubo, um pouco mais alto e mais largo que um micro-ondas. Parecia feito de vidro, um vidro tão cristalino como a água, envolvendo ele como se estivesse protegendo, tinha filetes de aço formando um desenho quadriculado. O cubo estava aberto. A tampa jazia ao seu lado.
 Ela começou a se aproximar, como um imã é atraído pelo polo oposto. Mesmo sem ver, ela sentia que tinha algo lá, talvez o algo que procurava. Seu coração estava na sua boca, esticou o braço direito e colocou-o dentro do cubo, sem ao menos olhar o que ele possuía. Mesmo assim viu que brilhava e o agarrou. 
Nesta hora ela despertou. O coração ainda pulsava rápido, olhou ao redor e viu que estava em seu quarto, tudo parecia como era. De repente viu que sua mão direita estava fechada, sentia que havia algo ali dentro. Sacudiu a cabeça e disse a si mesma: "Sophie wake up! Está ficando louca?". Ela abriu a mão, e tinha algo ali...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Hanabi

Não me entendas mal por assim começar
Mas a verdade alguém haveria de falar
Um ano novo começou
E há quem pense que tudo mudou
Juras de felicidade, amor e amizade
Que possuem prazos de validade
Nesta última semana total em janeiro de 2011
O brilho do ouro novo converteu-se em bronze
Atitudes inusitadas por causa de um dígito
Que trouxe tragédias que nunca haveríamos previsto
Mas antes que me taquem uma bomba
Tenho algumas palavras em outro idioma
Kanashii koto ni deau tabi ni
Daijoubu da yo to kuchiguse ni naru
Ano hi nani ka ga tomatte
Shimatta konna watashi ja
Ikura inotte mita tte
Hoshi hitotsu sae mienai
É claro que lhe desejo sorte
Seja no amor, no trabalho ou no esporte
Que reflita bem suas escolhas este ano
Para que no futuro 2011 não seja o ano do engano
Que os desafios consiga vencer
E os aprendizados de mente e alma compreender
Afinal de contas, vencer ou perder
Fazem parte do nosso viver
Itsuka kikasete kimi no kuchi kara
Shiawase dayo to soshite waratte
Omoide wa soo utsukushii mama
Sotto kagi kake shimatte okoo
Kono omoi yo kono omoi yo sora e uchiagari
Hanabi no yoo ni hanabi no yoo ni utsukushiku

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Olavo


Botões de rosas

Imundam o meu ser

Lavando a minha alma

Até o amanhecer

Com o doce aroma do prazer



Em homenagem a este ser nascido dia 16/12/1865, Sagitariano, Nacionalista, formado em Medicina, e poeta Parnasiano.


Muitas de tuas palavras as fiz minhas

Muitas de tuas expressões as fiz minhas

Muitos de teus sentimentos acho que até compreendi

Mas nem de longe farei a falta literária e intelectual que faz ti.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Keselight - Part I

É ínicio de noite de verão, acabo de desembarcar do ônibus, a grande máquina de fibra de carbono e ferro estava gelada, o crepúsculo torna o ceú "SandyBrown", mesclado com um tom de nublado, a chuva virá, e os ventos sopram nomes que desconheço, enquanto ando devagar pela calçada tranquila de um setor comercial em uma tarde de sábado. Tudo parece normalmente quieto, mas estou estranhamente inquieta, como alguém que acabou de fender seu coração. As pessoas não se tornam tão inconvenientes quando estão dentro de suas casas, dentro de suas vidas, afinal de contas, nas ruas todos somos vitrines.
Continuo andando com o meu sapato de salto 5, meu vestido azul escuro de detalhes amarelos e a bolsa da primavera. A chuva começa a cair como em todos os dias desta época do ano, parece que uma tempestade vem por aí,decido colocar minha jaqueta, mesmo assim prefiro não apressar o passo, a chuva sempre foi minha amiga. Já estou na metade do caminho para casa, agora já estou no meu próprio setor, um local perdido entre a década de 70 e a expansão comercial da cidade. Poderia seguir reto para casa, mas por algum sentimento desconhecido ou não compreendido, viro a esquerda por uma das mais belas ruas de meu caminho, mas apesar de toda a beleza de suas casas, não conheço ninguém dos que a possuam. O som do meu salto marca a rítmica da notas do asfalto, nesta rua que sempre me chamou a atenção, afinal arquitetura é arte e a arte me atrai.
Todas as casas tem características únicas do Degradeè ao Art Déco, algumas tem paredes brancas, portões com grades, ou que privam os curiosos de analisar a arte interna das edificações, há aquelas de muros brancos ou até a que seus muros são cobertos de plantas ou muros orgânicos como gosto de nomear. A cada passagem analiso as suas individualidades e descubro novos detalhes, alguns sutis, outros extravagantes, e me pergunto como não o vi antes. Brincadeirinhas da mente.
Geralmente quando contorno a esquina continuo na calçada e atravesso a rua quando estou na antepenúltima casa, sempre com o meu passo lento. A chuva já se tornou uma tempestade, minha visão fica turva, prefiro não pegar o guarda-chuva, a água está deliciosa, como se a ácidez da poluição da cidade houvesse desaparecido. Justamente quando passo em frente a casa de muros orgânicos, percebo algo brilhando, nunca o tinha visto antes, decido atravessar antes da hora...